Na verdade, a imagem original da prova é essa:

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O sol quando está no equinócio, incide perpendicularmente na linha do equador, portanto seus raios passam pelo centro e o ângulo
[tex3]\omega [/tex3] deixa de existir. Dessa forma, como serão raios paralelos, podemos aplicar a regra do z para descobrir o
[tex3]\gamma [/tex3].
Como os raios vão se movimentar e o ângulo
[tex3]\omega [/tex3] vai desaparecer, sabendo que o
[tex3]\varphi [/tex3] diminuirá, o novo
[tex3]\varphi [/tex3] será o valor do
[tex3]\varphi [/tex3] inicial menos o
[tex3]\omega [/tex3].
Assim, o novo ângulo
[tex3]\varphi [/tex3] será 16,4 - 9,2 = 7,2°
Como o novo
[tex3]\varphi [/tex3] e o
[tex3]\gamma [/tex3] serão alternos internos (regra do z), serão ângulos iguais, logo o
[tex3]\gamma [/tex3] será 7,2°.
Como esse é o ângulo central da terra referente ao arco Alexandria e Siena, fazemos uma simples regra de 3.
7,2° --> 800km
360° --> x
x = 40000 km
Esse é o comprimento da terra, mas ele quer o diâmetro.
C = 2
[tex3]\pi r[/tex3] = 2r
[tex3]\pi [/tex3]
Mas 2r é o diâmetro, logo:
C = d
[tex3]\pi [/tex3]
Só dividir o valor por
[tex3]\pi [/tex3] e dará 12738,85 km
Como é em centenas de quilômetros, dividimos por 100 e ficará 127,38. Desprezando a parte fracionária fica 127 pra marcação no gabarito.
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Projeto Med.