Voltei hehe
Dá uma olhada nessa imagem aqui:

- (UEPG) 2018 Ves.inv fis. questão 33 - Um pêndulo.png (27.39 KiB) Exibido 2221 vezes
[tex3]\text{h}_{\text{A}} =[/tex3] altura inicial de onde o pêndulo é abandonado
[tex3]\alpha =[/tex3] ângulo inicial de abertura
[tex3]l =[/tex3] comprimento do pêndulo
[tex3]08) \,[/tex3] Verdadeiro. Vamos considerar que não há inicialmente uma perca de energia. Assim, podemos escrever que a energia em
[tex3]\text{A}[/tex3] é a mesma que em
[tex3]\text{B}:[/tex3]
[tex3]\text{E}_{\text{m B}} = \text{E}_{\text{m A}} \,\,\,\, \Rightarrow \,\,\,\, \text{E}_{\text{c B}} + \text{E}_{\text{p B}} = \text{E}_{\text{c A}} + \text{E}_{\text{p A}} [/tex3]
Considerando que o pêndulo é abandonado do repouso,
[tex3]\text{E}_{\text{c A}} =0:[/tex3]
[tex3]\text{E}_{\text{c B}} + \text{E}_{\text{p B}} = \text{E}_{\text{c A}} + \text{E}_{\text{p A}} \,\,\,\, \Rightarrow \,\,\,\, \frac{\text{m} \text{v}^2_{\text{B 1}}}{2} + 0 = \text{m} \text{g} \text{h}_{\text{A}},[/tex3]
lembre-se que
[tex3]\text{B}[/tex3] é o nível referencial para a energia potencial gravitacional, por isso
[tex3]\text{E}_{\text{p B}} = 0.[/tex3]
Desenvolvendo, calculamos
[tex3]\text{v}_{\text{B}}:[/tex3]
[tex3]\frac{\text{m} \text{v}^2_{\text{B 1}}}{2} = \text{m} \text{g} \text{h}_{\text{A}} \,\,\,\, \Rightarrow \,\,\,\, \text{v}^2_{\text{B 1}} = 2\text{g}\text{h}_{\text{A}} \,\,\,\, \therefore \,\,\,\, \boxed{\text{v}_{\text{B 1} } = \sqrt{2\text{g}\text{h}_{\text{A}} }}[/tex3]
Há uma observação importante a ser feita: esse resultado não está correto pois ocorre perca de energia devido à força de resistência do ar. Então, a velocidade no ponto
[tex3]\text{B}[/tex3] será um valor menor que o mostrado na equação acima.
Perceba, agora, que na próxima oscilação, a altura inicial será inicial
[tex3]0,81\text{h}_{\text{A}}, \,[/tex3] pois ela é
[tex3]81\%[/tex3] da anterior
[tex3](\text{h}_{\text{A}}).[/tex3]
Calculamos, assim, que a partir da primeira oscilação, a velocidade máxima, que ocorre sempre no ponto
[tex3]\text{B}, \,[/tex3] será:
[tex3]\text{v}_{\text{B 2}} = \sqrt{2\text{g}\cdot 0,81\text{h}_{\text{A}} } \,\,\,\, \Rightarrow \,\,\,\,\text{v}_{\text{B 2}} = \sqrt{81 \cdot 10^{-2} \cdot 2\text{g}\text{h}_{\text{A}} } \,\,\,\, \Rightarrow \,\,\,\, \boxed{\text{v}_{\text{B 2}} = 0,9\sqrt{2\text{g}\text{h}_{\text{A}}}} [/tex3]
Ou seja,
[tex3]\text{v}_{\text{B 2}} = 0,9\underbrace{ \sqrt{2\text{g}\text{h}_{\text{A}}} }_{ \text{v}_{\text{B 1}} } \,\,\,\, \Rightarrow \,\,\,\, \boxed{\text{v}_{\text{B 2}} = 0,9\text{v}_{\text{B 1}}}[/tex3]
O resultado será análogo para os próximos casos, isto é, a altura inicial sempre será
[tex3]81\%[/tex3] da anterior, o que implicará uma velocidade máxima
[tex3]90\%[/tex3] da anterior.
[tex3]16) \,[/tex3] Verdadeiro. "Conserve" energia do ponto de lançamento em relação ao ponto mais baixo da trajetória. Perceba que toda a energia potencial gravitacional inicial é "convertida" em energia cinética e, assim, a velocidade é máxima no ponto mais baixo da trajetória. Como a força de resistência é diretamente proporcional à velocidade, teremos, nesse ponto, a maior força de resistência.