Olá,
Mars3M4.
Para o item
a), podemos fazer que no momento imediatamente antes da partícula se soltar do cilindro, temos que:
[tex3]\text F_y: \text F_{\text {at}} = \text{F}_\text {r,y} \implies \mu \cdot \text N = \text m \cdot \text g [/tex3]
É fundamental notar que a normal será resultado da compressão que a partícula exerce contra a parede do cilindro e essa será nossa resultante centrípeta. Disso, vem que:
[tex3]\mu \cdot \frac{\text m \cdot \text v^2}{\text R} = \text m \cdot \text g \iff \mu \cdot \omega^2 \cdot \text R = \text g \implies \omega = \sqrt {\frac{\text g}{\mu \cdot \text R}}[/tex3]
O atrito precisa ser o atrito estático, que possui valor sempre maior que o atrito dinâmico e, assim, confere a velocidade mínima para a situação analisada. No item seguinte, a única coisa que consegui analisar foi obter a força normal no item anterior e substituir em outra expressão:
[tex3]\text F_\text {at} = \text F_{\text{r, y}} \iff \mu \cdot \text N = \text m \cdot \text g[/tex3]
Resolvendo para
[tex3]\text N[/tex3] e utilizando o
[tex3]\mu[/tex3] estático no primeiro momento, pois, estamos refazendo o que foi estabelecido no primeiro item:
[tex3]\text N = \frac{\text m \cdot \text g}{\mu_\text e}[/tex3]
Contudo, em
[tex3]x[/tex3] ainda ocorre movimento sem deslizamento (atrito dinâmico), diferentemente do que ocorreu em
[tex3]y[/tex3], que encontra-se na iminência de deslizar (atrito estático). Com isso, vem que:
[tex3]\text F_x : \text F_{\text {at}} = \text F_\text {r, x} \implies \mu_d \cdot \text N = \text F_\text{r, x} \iff \mu_d \cdot \frac{\text m \cdot \text g}{\mu_e} = \text F_\text{r, x}[/tex3]