Olá,
Firenze.
O rendimento de uma máquina térmica é dado por
[tex3]\eta = \frac{\text W}{\text Q_1}[/tex3] e o rendimento ideal é dado por
[tex3]\eta_{\text{ideal}}= 1- \frac{\text T_{\text{fria}}}{\text T_{\text{quente}}}[/tex3]. Para primeira máquina térmica, temos que:
[tex3]\begin{cases}
\eta = \frac{20}{100}=0,2 \\ \\ \eta_{\text{ideal}} = 1 - \frac{150}{200}= 0,4
\end{cases}[/tex3]
No entanto, note que a máquina térmica
[tex3]\text X[/tex3] está “criando” energia para o trabalho, haja vista que a diferença de calor entre as fontes é de apenas
[tex3]\mathbf{12,5 ~J},[/tex3] enquanto o trabalho é de
[tex3]\mathbf{20 ~J}[/tex3]. Além de ter resolvido o problema da termodinâmica, a máquina ainda cria energia... É dessa que a humanidade precisa! Para segunda máquina térmica:
[tex3]\begin{cases}
\eta = \frac{5}{50}=0,1 \\ \\ \eta_{\text{ideal}} = 1 - \frac{150}{200}= 0,25
\end{cases}[/tex3]
A máquina térmica
[tex3]\text Y[/tex3] está de acordo com a primeira e com a segunda lei da Termodinâmica, haja vista que seu rendimento real é inferior ao rendimento teórico ideal e ela não “cria” energia.