*desculpe pelo tamanho, é uma espécie de "rant" com dúvida. LOL
@
MateusQqMDMOD, obrigado. Bem, eu aprecio imensamente a sua resposta. Sério, você tem me ajudado muito. Eu a li, enterpretei e entendi o que você quiz dizer — pelo menos eu acho que entendi o que você quis dizer. Admitir que a distância entre os trilhos é o cateto adjacente a α seria um pouco estranho, pois pense comigo: se eu te perguntar qual seria a distância entre o corpo A e B desta imagem, você me diria o que?

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Isso?

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Bem, eu genuinamente acredito que sim. Ou você diria que a distância entre eles é isso?

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Até que faz sentido dizer d', mas creio apenas se a pergunta fosse: "Qual e a distância da projeção horizontal das 'sobras' entre o corpo A e B?" (eu não sei se o termo correto seria 'sombra', mas acho que deu pra entender)
Nesse sentido eu diria d'. Mas caso contrário voltaria a dizer que a distância entre um corpo A e B é o menor segmento de reta que os une.
Bem, eu posso estar errada — e provavelmente estou, lol. Por favor, não inteprete mal.
Olha, o meu problema é aceitar que a distância entre os trilho do trem é medida como a terceira imagem. Isso soa para mim, no mínimo, contraintuitivo.
A resposta do @
Planck, admite que o distância entre os trilho fosse realmente medida como a segunda imagem.
Bem, o final do meu primeiro texto eu digo que encontrei a tg(α), que vale 0,1. Eu interpretei que a distância entre os trilhos do trem fosse 1,2 m. Mas assim eu não conseguiria encontrar quanto vale a distância do trilho externo até o nível do solo — a vertical. Pois eu caria nisso daqui:

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[tex3]\mathrm{tg(α) = 0,1 → tg(α) = \frac{d}{y} → 0,1 = \frac{d}{y}}[/tex3]
Bem, essa última equação minha tem infinitas respostas. Quero dizer, pouco me ajuda a ter a tg(α) nesse caso. Claro, se a distância entre os trilhos fosse o cateto adjacente a "α", meu dia estaria salvo:
[tex3]\mathrm{tg(α) = 0,1 \\ y = 1,2 \\ tg(α) = \frac{d}{y} → 0,1 = \frac{d}{1,2} \\ d = 0,12}[/tex3]
Minha dificuldade está em aceitar que a distância entre os trilhos de trem seja o cateto adjacente, se for eu concordaria com a resposta 0,12 m. Mas acredito que de fato a distância seja a hipotenusa, assim como no pensamento do Planck.
Outra coisa, eu fui atrás da arc tg(0,1) e enconcrei α = 5,7105931375º. A partir daí e pensei, vou "forçar a barra" um pouquinho: já que α = 5,7105931375º é pequeno, o sen(α) deve ser parecido com a tg(α), foi o que medi: sen(α) = 0,09950371902099892202937970274806. Então percebi que minha "forçação de barra" estava certa. De fato, o sen(α) ≈ tg(α). Veja: tg(α) = 0,1 e sen(α) = 0,0995 → 0,1 ≈ 0,0995. Bem, agora eu tenho o sen(α), que vou considerar sendo igual a tg(α), pois α é pequeno. Aí sim, eu coseguiria encontrar "d" como 0,12 m:
[tex3]\mathrm { sen(α) = \frac {d} {1,2} → d = sen(α) \cdot 1,2 → sen(α) ≈ tg(α) → d = tg(α) \cdot 1,2 → d = 0,1 \cdot 1,2 → d = 0,12 \, m } [/tex3]
Bem, se eu não aplicasse o método do Plack eu não chegaria a conclusão de que o α era suficientemente pequeno para eu poder considerar que o sen(α) fosse igual a tg(α). Isso me intriga um pouco, pois, daria para eu chegar a resposta de 0,119404 m usando o método de resolução do Plack — claro, agora que eu sei ele. Mas já vi um questão parecida que explicitava que α era suficientemente pequeno a ponto de podermos considerar que o sen(α) = tg(α). Bem o exercício não nos disse isso. Por isso eu fiquei com medo de considerar tal coisa. Além do mais o exercíco não pediu aproximadamente, creio que foi isso que me fez achar estranho a aproximação do Planck. Ora, se o resultado não é exato — tudo bem que muito próximo —, o exercíco deveria deixar isso claro. Talvez com a seguinta redação: "sendo o valor de "d" mais aproximado de".
That's all folks. ♥♥♥