lluuiiss, usaremos o seguinte heredograma:

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Quando o enunciado cita explicitamente que a avó materna e avô paterno de Jorge eram albinos e que a avó paterna e avô materno de Maria eram albinos, e ainda que os pais de ambos são normais, então só podemos ter a configuração do heredograma como possível; que os outros avós não citados eram normais e que os pais de cada um são
[tex3]\mathsf{Aa}[/tex3].
Para Jorge, da combinação entre seus pais, temos como possibilidades
[tex3]\mathsf{AA, \ Aa, \ Aa, \ \underbrace{\cancel{aa}}_{Jorge \ não \ é \ albino}}[/tex3]. Temos três possibilidades, sendo que para que tenha prole albina, ele precisa ser
[tex3]\mathsf{Aa \ \therefore \ \dfrac{2}{3}}[/tex3] de chance.
Para Maria, o raciocínio é o mesmo. Dado que ela não é albina, sendo seus pais heterozigotos para a condição, ela tem
[tex3]\mathsf{\dfrac{2}{3}}[/tex3] de probabilidade de carregar o alelo recessivo.
Se Jorge e Maria forem
[tex3]\mathsf{Aa}[/tex3] [tex3]\bigg([/tex3] novamente, cada qual com
[tex3]\mathsf{\dfrac{2}{3}}[/tex3] de probabilidade para isso
[tex3]\bigg)[/tex3], o cruzamento pode gerar
[tex3]\mathsf{AA, \ Aa, \ Aa, \underbrace{aa}_{albinismo} \ \therefore \ \dfrac{1}{4}}[/tex3] de probabilidade de prole albina.
Por fim, para que também seja uma menina, a probabilidade para isso é
[tex3]\mathsf{\dfrac{1}{2}}[/tex3].
Pelo princípio multiplicativo:
[tex3]\mathsf{\dfrac{2}{3} \cdot \dfrac{2}{3} \cdot \dfrac{1}{4} \cdot \dfrac{1}{2} \ = \ \boxed{\mathsf{\dfrac{1}{18}}}}[/tex3]
That's all I'd do all day. I'd just be the catcher in the rye and all.
"Last year's wishes are this year's apologies... Every last time I come home (...)"
Poli-USP