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Dois corpos de massas [tex3]m_1[/tex3] e [tex3]m_2[/tex3] estão ligados por um fio inextensível que passa por uma polia, com atrito desprezível, sendo [tex3]m_1\,>\,m_2[/tex3]. O corpo [tex3]m_1[/tex3] respousa inicialmente sobre um apoio fixo. A partir de uma altura h deixa-se cair sobre [tex3]m_2[/tex3] um corpo de massa [tex3]m_3[/tex3], que gruda nele. Sabendo-se que [tex3]m_1\,>\,m_2\,+\,m_3[/tex3], pode-se afirmar que a altur máxima atingida por [tex3]m_1[/tex3] será:
Obs.: não sei se dá pra resolver de outro jeito, mas da forma que eu vi (e não entendi) se conservava o momento linear na direção vertical, onde atua a força peso (força externa, até onde sei). O fato de haver uma força externa no eixo vertical não anularia a possibilidade da conservação da quantidade de movimento neste eixo?
Editado pela última vez por cajuADMIN em 20 Jul 2018, 11:53, em um total de 2 vezes.
Razão:tex --> tex3
Eu fiz o seguinte:
No choque entre [tex3]m_{2}[/tex3] e [tex3]m_{3}[/tex3] temos que: [tex3]v_{3}^{2} \, = \, v_{03}^{2} \, + \, 2 \cdot g \cdot h \\ \\ v_{3}^{2} \, = \, 2 \cdot g \cdot h \,\,\, \Rightarrow \,\,\, v_{3} \, = \, \sqrt{2 \cdot g \cdot h}[/tex3]
Aplicando conservação de quantidade de movimento, temos: [tex3]m_{3} \cdot \sqrt{2 \cdot g \cdot h} \, = \, \left(m_{3} \, + \, m_{2}\right) \cdot v_{1} \,\,\, \Rightarrow \,\,\, v_{1} \, = \, \left(\frac{m_{3}}{m_{2} \, + \, m_{3}}\right) \cdot \sqrt{2 \cdot g \cdot h} \,\,\,\,\,\,\,\, (I)[/tex3]
Depois que o conjunto entrar em movimento, o bloco [tex3]m_{1}[/tex3] estará sob uma aceleração [tex3]\alpha[/tex3] que é dada por: [tex3]\alpha \cdot \left(m_{1} \, + \,m_{2} \, + \, m_{3}\right) \, = \, \left(m_{1} \, - \,m_{2} \, - \, m_{3}\right) \cdot g \\ \\ \alpha \, = \, \left(\frac{m_{1} \, - \,m_{2} \, - \, m_{3}}{m_{1} \, + \, m_{2} \, + \, m_{3}}\right) \cdot g \,\,\,\,\,\,\,\,\,\, (II)[/tex3]
Quando o bloco [tex3]m_{1}[/tex3] sobe, teremos um MUV. Logo, podemos fazer: [tex3]v_{1}^{2} \, = \, v_{01}^{2} \, - \, 2 \cdot \alpha \cdot h_{1} \,\,\, \Rightarrow \,\,\, h_{1} \, = \, \frac{v_{01}^{2}}{2 \cdot \alpha} \,\,\,\,\,\, (III)[/tex3]
Substituindo (I) e (II) em (III), vem: [tex3]h_{1} \, = \, \left[\left(\frac{m_{3}}{m_{2} \, + \, m_{3}}\right) \cdot \sqrt{2 \cdot g \cdot h}\right]^{2} \cdot \left(\frac{m_{1} \, + \,m_{2} \, + \, m_{3}}{m_{1} \, - \, m_{2} \, - \, m_{3}}\right) \cdot \frac{1}{2 \cdot g} \\ \\ \\ \boxed{\boxed{h_{1} \, = \, \left(\frac{m_{3}}{m_{2} \, + \, m_{3}}\right)^{2} \cdot \left(\frac{m_{1} \, + \,m_{2} \, + \, m_{3}}{m_{1} \, - \, m_{2} \, - \, m_{3}}\right) \cdot h}}[/tex3]
Como você pode ver, Leandro, eu encontrei a alternativa "A" como resposta. Tem certeza que o gabarito é a letra "C"?
Um abraço!
Editado pela última vez por cajuADMIN em 20 Jul 2018, 11:53, em um total de 2 vezes.
Razão:tex --> tex3
As modernas teorias científica afirmam que em dentro de 5 bilhões de anos, a humanidade presenciará a morte do sol. Imagine como seria presenciar esse evento...
Cara, muitíssimo obrigado pela resposta! Mas duas coisas: a resolução eu sei fazer, e o gabarito está correto sim (até onde eu sei), exceto pelo fato de que [tex3]m_3[/tex3] está na verdade ao quadrado, e eu escrevi ao cubo (mil desculpas caso alguém tenha sido prejudicado por este erro).
O meu problema é que não entendo por que se pode conservar o momento na vertical se neste eixo a força peso - força externa - atua.
A resolução é a seguinte:
Corpos polia.JPG (22.52 KiB) Exibido 3962 vezes
A velocidade do corpo de massa [tex3]m_3\,\,\,(V_3)[/tex3] na ocasião A é, como calculaste, [tex3]\sqrt{2gh}[/tex3]
Conservando a quantidade de movimento entre os instantes imediatamente antes e depois da colisão entre [tex3]m_3\,\, e\,\, m_2[/tex3], lembrando que após a colisão, devido a estarem presos pela corda,todos os corpos têm a mesma velocidade: [tex3]m_3.V_3\,=\,(m_1\,+\,m_2\,+\,m_3)V\,\rightarrow\,V\,=\,\frac{m_3\sqrt{2gh}}{m_1\,+\,m_2\,+\,m_3}\,\,\,[/tex3]
Conservando a energia mecânica entre A e B: [tex3]m_1g(x+H)\,+\,(m_2+m_3)gH\,+\,\frac{(m_1\,+\,m_2\,+\,m_3)V^2}{2}\,=\,m_1g(x+2H)[/tex3] [tex3]H(m_1\,-\,m_2\,-\,m_3)\,=\,\frac{{m_3}^{2}h}{m_1\,+\,m_2\,+\,m_3}\,\rightarrow\,H\,=\,\frac{{m_3}^{2}}{(m_1\,+\,m_2\,+\,m_3)(m_1\,-\,m_2\,-\,m_3)}\,h[/tex3]
Editado pela última vez por cajuADMIN em 20 Jul 2018, 11:54, em um total de 2 vezes.
Razão:tex --> tex3
A quantidade de movimente entre os blocos 2 e 3 é semelhante a uma colisão frontal, mas parte da quantidade de movimento de 2 é transferida para 1 por meio do fio, sendo assim a quantidade de movimento de 3 será transferida tanto para 2 quanto para 1. Desta forma a quantidade de movimento formado pelos blocos 1,2 e 3 será conservado. [tex3]Q_i=Q_f[/tex3] [tex3]m_3\cdot v_i=(m_1+m_2)\cdot v_f+m_3\cdot v_f[/tex3] [tex3]v_f=\frac{m_3\cdot v_i}{m_1+m_2+m_3}[/tex3]
Abraço.
Editado pela última vez por cajuADMIN em 20 Jul 2018, 11:55, em um total de 2 vezes.
Razão:tex --> tex3
Cara, eu sei, acabei de escrever isso
O problema é bem simples: por que,em qualquer caso, se pode conservar o momento linear na vertical, se aí uma força externa (peso) atua?
Não sei se minha pergunta não é meio idiota... mas gostaria de saber, porque a princípio isso me parece errado.
Talvez seja porque, devido à aceleração ser igual pra todos corpos, pegando um referencial não inercial de mesma aceleração a quantidade de movimento se mantém constante?
Sendo as forças de impulsão maior que a força externa e tomando um intervalo tempo de colisão muitíssimo pequeno, podemos desconsiderar as forças externas tornando o sistema isolado.
Ou seja, infinitesimalmente teremos [tex3]Q_{\text{inf antes}}=Q_{\text{inf depois}}[/tex3]
Acho que agora melhorou a explicação.
Grande abraço.
Editado pela última vez por cajuADMIN em 20 Jul 2018, 11:55, em um total de 2 vezes.
Razão:tex --> tex3
Durante o choque finitesimal que o Filipe Caceres está considerando, a ração normal do bloco sobre massa [tex3]m_{3}[/tex3] se equilibra com a força peso. Como as forças externas estão em equlíbrio, nessa situação, podemos conservar a quantidade de movimento. Observe que calculamos a velocidade imediatamente antes do choque e depois (lembre que a resolução considera que os blocos passam a descer em velocidade costante). Caso o conjunto descesse executando um MUV, a conservação de quantidade de movimento não poderia ser aplicada (existe uma força resultante não nula externa atuando no sistema).
Um abraço!
Editado pela última vez por cajuADMIN em 20 Jul 2018, 11:56, em um total de 2 vezes.
Razão:tex --> tex3
As modernas teorias científica afirmam que em dentro de 5 bilhões de anos, a humanidade presenciará a morte do sol. Imagine como seria presenciar esse evento...
Apenas um detalhe, a força normal não irá se equilibrar com a força peso durante o choque, a normal forma um par ação e reação com o bloco 2 [tex3](m_2)[/tex3], ou seja, são forças internas no sistema.
Abraço.
Editado pela última vez por cajuADMIN em 20 Jul 2018, 11:56, em um total de 2 vezes.
Razão:tex --> tex3
O cilindro circular reto da figura, de altura [tex3]h[/tex3] e raio [tex3]R[/tex3], totalmente submerso no recipiente de água de altura [tex3]H[/tex3], ao ser ligado por um...
Seja [tex3]a[/tex3] um número real. Os valores de [tex3]z \in \mathbb{C}[/tex3] que satisfazem [tex3]\left(\frac{a + z^{10}}{1+i}\right).\left(\frac{a + \overline{z}^{10}}{1-i}\right)[/tex3][tex3]\in \mathbb{R}[/tex3] são:
Em uma central elétrica de corrente contínua há dois condutores paralelos que normalmente são percorrido por correntes iguais a [tex3]16,7\text{ kA}[/tex3]. Eles distam de [tex3]40\text{ cm}[/tex3] um do outro e estão separados por isoladores a cada...
A força magnetica do fio 1 [tex3]F_{m1}[/tex3] é igual a força magnetica do fio 2 [tex3]F_{m2}[/tex3] e é dada por: [tex3]F_{m1}=\frac{\mu i_1 i_2 \ell}{2 \pi d}[/tex3]
Quando há um curto circuito a corrente é 40 vezes maior: i=16,7 \cdot 10^3...
Uma queda d’água escoa 120 m³ de água por minuto e tem 10,0 m de altura. A massa específica da água é de 1,00 g/cm³ e a aceleração da gravidade é de 9,81 m/s². A potência mecânica da queda d’água é :
Num triângulo [tex3]\text{ABC}[/tex3] considere conhecidos os ângulos [tex3]\text{BAC}[/tex3] e [tex3]\text{CBA}[/tex3] e a medida [tex3]\text{d}[/tex3] do lado [tex3]\text{AB}[/tex3]. Nestas condições, a área [tex3]\text{S}[/tex3] deste triângulo é...
Chamando por [tex3]a[/tex3] a medida do lado [tex3]BC[/tex3] e por [tex3]b[/tex3] a medida de [tex3]AC[/tex3], temos que a medida do ângulo [tex3]ACB[/tex3] é igual a [tex3]ACB = 180 - CBA - BAC[/tex3]. Da lei dos senos, vem...