Re: Amorfa e transporte passivo
Enviado: 27 Out 2017, 23:23
Olha, entendo seu posicionamento, entramos até em osmoscopia agora rs.
O que quero dizer é que enquanto você tem a Bomba de Sódio e Potássio atuando contra o equilíbrio isotônico, há também um processo de osmose a favor desse equilíbrio. Tudo busca se equilibrar, portanto o corpo sempre procura a isotonia, mas nem sempre isso ocorre. Então, o processo de transporte passivo contribui para isso. Quanto ao fato de seu livro dizer "a célula não ganha nem perde água", acredito que ele tenha se referido ao saldo, ou seja, você não tem células mudando seu volume significativamente, mas a osmose ocorre.
O que eu quis dizer com "é difícil alcançar a isostonia" é que os processos são contínuos, portanto, você sempre vai ter uma concentração diferente da outra e terá novamente a atuação dos mecanismos de transporte. Em prática, você tem uma alteração no estado de concentração da célula e do plasma sanguíneo direto.
Não precisamos ter um curso de biologia ou medicina para saber que as coisas variam, que a concentração dentro de uma célula não é exatamente igual a do sangue. Então, eu não diria que as células se encontram em isostonia, mas diria que elas procuram a isotonia. Se tivessem então, não havia transportes pela membrana plasmática. Não haveria aquela despolarização/repolarização dos neurônios que usam a bomba de sódio e potássio, pois como sabemos, eles rompem esse equilíbrio, pois gera uma passagem de solutos não espontânea.
O que quero dizer é que enquanto você tem a Bomba de Sódio e Potássio atuando contra o equilíbrio isotônico, há também um processo de osmose a favor desse equilíbrio. Tudo busca se equilibrar, portanto o corpo sempre procura a isotonia, mas nem sempre isso ocorre. Então, o processo de transporte passivo contribui para isso. Quanto ao fato de seu livro dizer "a célula não ganha nem perde água", acredito que ele tenha se referido ao saldo, ou seja, você não tem células mudando seu volume significativamente, mas a osmose ocorre.
O que eu quis dizer com "é difícil alcançar a isostonia" é que os processos são contínuos, portanto, você sempre vai ter uma concentração diferente da outra e terá novamente a atuação dos mecanismos de transporte. Em prática, você tem uma alteração no estado de concentração da célula e do plasma sanguíneo direto.
Não precisamos ter um curso de biologia ou medicina para saber que as coisas variam, que a concentração dentro de uma célula não é exatamente igual a do sangue. Então, eu não diria que as células se encontram em isostonia, mas diria que elas procuram a isotonia. Se tivessem então, não havia transportes pela membrana plasmática. Não haveria aquela despolarização/repolarização dos neurônios que usam a bomba de sódio e potássio, pois como sabemos, eles rompem esse equilíbrio, pois gera uma passagem de solutos não espontânea.