De acordo com meu nível, por onde começar?
Enviado: 23 Jul 2024, 01:11
Tranquei o colégio há alguns anos, não sei o nível da minha escrita nem por onde começar na gramática, pois não sinto evolução nos estudos. Então escrevi um texto, gostaria de opiniões sobre os erros, vícios, ou quaisquer melhorias, assim me dando um rumo em relação ao que focar. Obrigado!
“A noite caíra em questão de segundos, será que tais reflexões foram em vão? A pensar sem objetivo, quero eu fugir de algo ou o ambiente parece-me propício?
Senti, contudo, um forte desespero; algo rotineiro, mas desagradável, momento em que desprezíveis superstições se afloram e o fulcro da sanidade desaba. Será que estou diante da realidade ou a religião se comprovou? Me pergunto, então, por que tais superstições apenas ocorrem ao luar? Talvez Deus não se materialize ao amanhecer? Pus-me a observar o cômodo, persignando-me na esperança de que qualquer aspecto visual respondesse à tal objeção supersticiosa.
Fustigou-me uma conclusão, de que talvez eu seja artista; por isso fujo da normalidade, nela não encontrei respostas. O dia, consequentemente, já não me serviria, pois é extinto de anormalidades.
Normal? Não, não... Não posso estar lúcido, devo estar malsão; ou ele, aquele no qual enquanto dia não penso sobre e não aparece, está a coadunar todos meus sentimentos bárbaros, adâmicos, inexplorados para evitar seu descobrimento neste exato momento? Há sequer qualquer sentido nisso?
Seja qual for a situação, lembrei-me novamente da normalidade, nela pelo menos sempre sobram as sátiras; aquelas trágicas comédias de dramaturgia imitavam minha vida e usavam-me como fantoche, lembro-me indeciso à plateia, rir ou praguejar? Principalmente quando clamavam de forma quase áulica as "virtuosas" palavras "subjetivamente relativas", jogavam convictamente a própria índole e moral ao tártaro, expurgavam-nas junto a qualquer vestígio de lógica ou senso comum... Enfim, não sinto a falta dos seres humanos com seu controverso "teatro das virtudes”…“.
“A noite caíra em questão de segundos, será que tais reflexões foram em vão? A pensar sem objetivo, quero eu fugir de algo ou o ambiente parece-me propício?
Senti, contudo, um forte desespero; algo rotineiro, mas desagradável, momento em que desprezíveis superstições se afloram e o fulcro da sanidade desaba. Será que estou diante da realidade ou a religião se comprovou? Me pergunto, então, por que tais superstições apenas ocorrem ao luar? Talvez Deus não se materialize ao amanhecer? Pus-me a observar o cômodo, persignando-me na esperança de que qualquer aspecto visual respondesse à tal objeção supersticiosa.
Fustigou-me uma conclusão, de que talvez eu seja artista; por isso fujo da normalidade, nela não encontrei respostas. O dia, consequentemente, já não me serviria, pois é extinto de anormalidades.
Normal? Não, não... Não posso estar lúcido, devo estar malsão; ou ele, aquele no qual enquanto dia não penso sobre e não aparece, está a coadunar todos meus sentimentos bárbaros, adâmicos, inexplorados para evitar seu descobrimento neste exato momento? Há sequer qualquer sentido nisso?
Seja qual for a situação, lembrei-me novamente da normalidade, nela pelo menos sempre sobram as sátiras; aquelas trágicas comédias de dramaturgia imitavam minha vida e usavam-me como fantoche, lembro-me indeciso à plateia, rir ou praguejar? Principalmente quando clamavam de forma quase áulica as "virtuosas" palavras "subjetivamente relativas", jogavam convictamente a própria índole e moral ao tártaro, expurgavam-nas junto a qualquer vestígio de lógica ou senso comum... Enfim, não sinto a falta dos seres humanos com seu controverso "teatro das virtudes”…“.