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aplica [tex3]\mod 4[/tex3] supondo [tex3]a,b[/tex3] e [tex3]c[/tex3] maiores que 1
[tex3]1 + 1 \equiv 0 \mod 4[/tex3]
absurdo
então a única solução é [tex3]c=1[/tex3][tex3]a=1[/tex3] e [tex3]b=1[/tex3]
Falha minha, você tem que analisar quando pelo menos um deles é 1 em particular. E eu assumi que [tex3]3^b[/tex3] é sempre [tex3]1 \mod 4[/tex3]
supondo [tex3]a=1[/tex3]
[tex3]3 + 3^b = 6^c[/tex3]
ou melhor: [tex3]1 + 3^{b-1} = 3^{c-1}2^c[/tex3] [tex3]b,c=1[/tex3] são soluções.
Caso [tex3]b>1[/tex3] então [tex3]c[/tex3] tem que ser maior do que 1 masi ai é só aplicar [tex3]\mod 3[/tex3] dos dois lados e ver o absurdo.
Editado pela última vez por cajuADMIN em 08 Mai 2024, 09:13, em um total de 2 vezes.
Razão:tex --> tex3
então cara em geral pra ímpar não é tão bonitinho assim, mas eu lembro que tem uns números (acho que 8 ou 9) pros quais os cubos só deixam dois ou três restos, o módulo é multiplicativo.
Para o número três temos os seguintes possíveis módulos:
[tex3]-1,0,1[/tex3]
elevando eles ao quadrado ficamos só com 2
[tex3]0,1[/tex3]
com potências pares os restos negativos viram os positivos e por isso é mais fácil de analisar esses módulos. Agora quando multiplicamos de novo obtemos todas as opções antigas de novo (geralmente) por isso pra potências ímpares o negócio é mais chato.
Editado pela última vez por cajuADMIN em 08 Mai 2024, 09:13, em um total de 2 vezes.
Razão:tex --> tex3
logo se [tex3]a \equiv 0 \mod 4 \rightarrow b \equiv 2 \mod 4[/tex3] ( e vice versa)
se [tex3]a \equiv 1 \mod 4[/tex3] ou [tex3]a \equiv 3\mod4 \rightarrow b\equiv a \mod 4[/tex3]
como [tex3]a[/tex3] deve ser ímpar (faça tudo mod 6) então [tex3]a \equiv b \mod 4[/tex3] então [tex3]a[/tex3] e [tex3]b[/tex3] ímpares com [tex3]a = b \pm 4k[/tex3]
uma saída é então [tex3](1,1,1)[/tex3] outra seria [tex3](3,3,2)[/tex3].
Fixando [tex3]a=1[/tex3] temos [tex3]3 + 3^{1+4n} = 6^c \rightarrow 3(1+81^n) = 6^c[/tex3] mas claramente [tex3]1 + 81^n[/tex3] não é divisível por 3, logo c=1.
Fixando [tex3]b =1[/tex3] temos [tex3]2^{1+4n} + 4 = 6^c \rightarrow 4*(2^{4n-1}+1) = 6^c[/tex3] claramente não podemos ter [tex3]c>2[/tex3] pois [tex3]2^{4n-1}+1[/tex3] é ímpar pra todo [tex3]n>1[/tex3] logo [tex3]c=1[/tex3] ou [tex3]c=2[/tex3] o que nos leva a [tex3](5,1,2)[/tex3].
Achamos então algumas soluções, mas ainda tem infintos casos. Talvez valha a pena fixar a e b em 3 e tentar concluir algo dos demais casos dado que são extensões em 4n. [tex3]\{(1,1,1);(5,1,2);(3,3,2);...\}[/tex3]
Suponha que exista [tex3]n_0>0[/tex3] tal que [tex3]a = 1 + 4n_0[/tex3], [tex3]b = 1+4m_0[/tex3] e [tex3]c=c_0[/tex3] sejam solução miníma da equação. Mínima no sentido de se [tex3](1+4n_0,b,c)[/tex3] for solução então: [tex3]c\geq c_0[/tex3].
Fixe [tex3]a[/tex3] e deixe [tex3]b = 1+4(m_0+m)[/tex3] para [tex3]m\geq 0[/tex3] [tex3]2^{1+4n_0} + 1 + 3^{1+4(m_0+m)} = 6^c = 6^{c_0}-3^{1+4m_0} + 3^{1+4m_0+4m}[/tex3]. Se [tex3]c_0 < 1+4m_0[/tex3] então
[tex3]6^c = 3^{c_0}(2^{c_0} - 3^{1+4m_0-c_0}(1-3^{4m}))[/tex3] como [tex3]2^{c_0}[/tex3] não é divisível por 3. [tex3]c=c_0[/tex3]. [tex3]2^{c_0} = 2^{c_0} - 3^{1+m_0-c_0}(1-3^{4m}) \rightarrow m=0[/tex3] não nos interessa.
Se [tex3]c_0 = 1+4m_0[/tex3] então [tex3]6^{c_0} = 3^{c_0} + 2^{1+4n_0}+1[/tex3]
para [tex3]m=1[/tex3] [tex3]80 = 2^{c_0}(6^{c-c_0}-1)[/tex3] então [tex3]c_0=4 \rightarrow[/tex3] absurdo pois [tex3]c_0=1+4m_0[/tex3].
Tomando mod 6(toda potência de 3 maior que 1 da resto 3 no mod 6 e dois ou é 1,2 ou -2 mod 6) dos dois lados conclui-se que [tex3]c_0[/tex3] deve ser par porém [tex3]c_0=1+4m_0[/tex3] absurdo.
Por fim [tex3]c_0 > 1+4m_0[/tex3] então [tex3]6^c = 3^{1+4m_0}(6^{c_0 -1 -4m_0} -1 + 3^{4m})[/tex3]
logo [tex3]c =1+4m_0 < c_0[/tex3] absurdo. (divisibilidade por 3 dos dois lados)
A conclusão é que para [tex3]a \equiv 1 \mod 4[/tex3] caso haja uma solução [tex3](a,b,c)[/tex3] para a equação dada então ela é única. Significando que não existe outra tripla que comece com 5 além de [tex3](5,1,2)[/tex3]. Provar isso para [tex3]a \equiv 3 \mod 4[/tex3] é exatamente análogo. Logo as soluções são injetoras em [tex3]a[/tex3]. Então se provarmos que não há solução para além de [tex3]a=5[/tex3] não haverão outras soluções (poderiam haver envolvendo os [tex3]a[/tex3] s já conhecidos).
Para tal basta supor [tex3]a\geq 6[/tex3] e fazer mod 64. [tex3]3^b+1 \equiv 6^c \mod 64[/tex3]
bom, se [tex3]c > 5[/tex3] então [tex3]6^c \equiv 0 \mod 64[/tex3] e devemos ter [tex3]3^b +1 \equiv 0 \mod 64[/tex3] o que nunca ocorre pois [tex3]3^b+1 \mod 64 \in \{2,4,10,28,18,52,26,12,34,36,42,44,58,60,50,20\}[/tex3]
como [tex3]6^n \mod 64 \in \{6,36,24,16,32,0\}[/tex3] e [tex3]6^n \equiv 0 \mod 64[/tex3] pra a [tex3]n >6[/tex3] única possibilidade de solução é para [tex3]6^2 < 64[/tex3] logo não há solução para [tex3]a>5[/tex3] e então as soluções obtidas são as únicas.
Editado pela última vez por Auto Excluído (ID:12031) em 03 Mai 2017, 01:41, em um total de 6 vezes.
Suponha que um grande túnel tenha sido cavado entre o Brasil e o Japão, passando pelo centro da Terra, e que, do Japão, um videocassete seja liberado, a partir do repouso. É, então, possível afirmar-se que uma pessoa atenta, na saída brasileira do...
Estou com dificuldade com uma questão da lista de matemática discreta da faculdade. Faço ciência da computação.
Eu não consigo entender de jeito maneiro como se faz o raciocínio dessa questão.
Teorema 1.5: Para a.b e x inteiros temos (a,b) = (a.b + ax)
Sejam d = (a,b) e f = (a,b + ax). d = noa + mob e como esta expressão como d=a(n0-xm0)+(b+ax)m0, concluímos que o máximo divisor de f de a e b + ax é um divisor de d. Assim f|d.